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Publicada em 01/11/2018 às 21:45
Comuns no calor, lagartões atraem curiosidade e assustam banhistas na Barra
Comuns no calor, lagartões atraem curiosidade e assustam banhistas na Barra
Teiú no Posto 8: ele só ataca se se sentir ameaçado, diz veterinário Foto: Carlos Henrique Pinho / Foto do leitor Carlos Henrique Pinho

Vem chegando o verão, estação em que os banhistas da Praia da Barra começam a conviver com lagartos enormes, os teiús. Fofos para uns, assustadores para outros, esses animais aparecem na restinga durante a primavera e são comuns na América do Sul, como explica o veterinário Jeferson Pires, professor e coordenador do Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS), da Estácio de Sá.

— Eles vivem cerca de 20 anos e podem chegar a 1,50m de comprimento. Dificilmente vão atacar humanos, porque o instinto deles é fugir quando se sentem ameaçados. Mas, se forem tocados ou encurralados, tentam se defender e mordem — avisa Pires.

Segundo o professor, durante as estações frias, quando seu metabolismo fica mais lento, o teiú se esconde:

—Quando aparece o sol, eles saem para se alimentar e procriar. É normal.

O que tem surpreendido, nesta temporada, é a quantidade em que vêm sendo vistos. A foto que ilustra esta reportagem foi feita pelo publicitário Carlos Henrique Pinho. Ele passeava na praia quando avistou dois lagartos de cerca de 40 centímetros cada.

— Estava próximo ao Posto 8. Resolvi fotografá-los e filmá-los porque gosto muito de bichos e achei curioso estarem ali, pegando sol — explica.

A atriz Karla Bion, moradora da Barra, relata que os répteis também batem ponto no Posto 5.

— Quase esbarrei em um deles quando saía da praia. Estava subindo as escadas e vi algo passar muito rápido pelas minhas pernas. Só depois percebi que era um lagarto gigante — conta.

Aline dos Santos, garçonete do Olivia & Cia, revela que os bichinhos gostam de passear entre os quiosques 34 e 24 e são adeptos de tomar sol no calçadão.

— As pessoas acham bonito, mas, se chegam muito perto para tirar foto, às vezes se assustam, porque os lagartos se sentem ameaçados e se armam, levantando o corpo e as patas. Mas não fazem nada, é só defesa — conta ela, que nunca viu um teiú ferir um banhista.

José Alfino dos Santos, que trabalha no quiosque Tafarel, conta que os répteis se alimentam de preás e outros roedores.

— Na praia quase não tem mais rato, porque eles comem todos — diz.

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